Polos Grande Vitória

Campanha Outubro Rosa

A melhor forma de lutar é prevenir.
Prevenir hoje, para aproveitar o amanhã.
Apoiamos essa causa!

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Funcionamento Semana do Feriado

Caros Alunos

Informamos que na semana de 9/10 a 13/10 teremos feriado dia 12/10 onde nenhum dos Polos estará aberto.

Nos dias 13 e 14 de outubro os Polos de Serra e Vila Velha funcionarão em horário normal.

O Polo Vitória fecha dia 12/10 e só abre dia 16/10.

Caso você seja do Polo Vitória e precise de algo favor se direcionar a algum dos outros polos.

 

Atenciosamente

Polos da Grande Vitória

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PLAYTABLE: A INCLUSÃO NA ESCOLA DE FORMA DIVERTIDA E TECNOLÓGICA É POSSÍVEL!

 

Fonte: site playtable.com.br

PLAYTABLE: A INCLUSÃO NA ESCOLA DE FORMA DIVERTIDA E TECNOLÓGICA É POSSÍVEL!

 

Por: Regina Glaucia Macedo dos Santos, 1802774

Polo – Vitória

Data 15/09/2017

Já imaginou alunos interagindo em sala de aula, aprendendo, se divertindo, usando tecnologia que promove a criatividade, a interação, o desenvolvimento motor, cognitivo e tudo isso em uma só ferramenta? E se essa ferramenta ainda for usada para a inclusão de crianças com deficiência motora e cognitiva, promovendo a inclusão efetiva? Não é sonho, sim, essa tecnologia já existe e chama Playtable!
As leis da educação brasileira estão focadas na temática da inclusão desde a nova LDB de 2008 que assegura o direito e o acesso à educação para toda a população. Elas estão direcionadas para um atendimento educacional que desenvolva recursos e condições de inclusão a todos os alunos, independente da deficiência, dizendo que o Estado deve assegurar essa educação inclusiva e que deve promover condições através de ambientes, aulas adaptadas, tecnologias, mobiliários, formação de professores dentre outras e que as escolas não podem recusar alunos com deficiência e nem repassar os custos dessa adaptação às famílias dos alunos.
A partir dessas leis, percebemos que a educação de crianças e adolescentes com deficiência não ocorre apenas em instituições exclusivas para elas. Alunos com deficiências físicas e psíquicas podem e devem frequentar o ensino regular e devem ser atendidos nestes ambientes. Para os educadores, é um grande desafio, pois é preciso criar estratégias e ações para que, de fato, estes estudantes tenham suas necessidades atendidas. Como fazer aulas que atendam a todos os alunos em suas diferenças e que contemple o currículo de ensino? Essa questão é mesmo um grande desafio e a tecnologia pode trazer novos modelos que promovam essa prática escolar inclusiva.
A tecnologia já é parte do cotidiano, veio para facilitar a nossa vida e na escola, promove práticas efetivas de ensino-aprendizagem atuais e dinâmicas e está sendo usada com recursos como computadores, sistemas, tablets, lousas, celulares, aplicativos, para promover a inclusão de alunos com deficiência, trazendo novas oportunidades para as escolas e facilitando o trabalho dos professores. A Playtable foi criada justamente com esse objetivo.
A PlayTable é a primeira mesa digital com jogos educativos no Brasil. Totalmente interativa e multidisciplinar para educar e divertir crianças a partir de 3 anos de idade. Desenvolve as habilidades cognitivas e de coordenação motora, além de trabalhar assuntos específicos, como alfabetização, matemática, ciências, artes, história, entre outros. A tecnologia infrared se caracteriza pela fácil usabilidade e é, inclusive, acessível a crianças com deficiência motora ou psíquica. Traz games construídos dentro da Ludopedagogia que auxiliam também no desenvolvimento de atividades com os alunos com deficiências. Com o uso da playtable o aprendizado é divertido e acessível a crianças com deficiências cognitivas e motoras, down, autismo, retardo mental, dentre outras. O custo individual varia, mas é possível comprar a unidade a partir de R$ 8mil.

Alguns professores têm usado com sucesso essa tecnologia com ótimos resultados. Vejamos duas escolas de educação especial e servem de referência para a utilização em escolas convencionais:
Apae de Videira (SC) – Na escola os alunos já usam tecnologias como computador e tablets, mas o uso da Playtable tem ampliado as possibilidades de desenvolvimento, como observamos na fala da professora da instituição, Jeane Pagliari:
“Cada estudante tem as suas limitações para aprendizagem, mas o dispositivo torna estes momentos mais atrativos. Elas se interessam mais e não fica maçante aprenderem e se desenvolverem. A inclusão desse conceito de brincar enquanto aprende facilita bastante. Já podemos notar melhora no desenvolvimento de algumas crianças.”
Outra instituição que tem obtivo sucesso com o uso da Playtable é a AMAI SOB (SP) que atende crianças com autismo e que tem percebido avanços na educação dessas crianças. Para eles, a PlayTable auxilia não só no estímulo da coordenação motora e da cognição, mas também no relacionamento com outras crianças, já que alguns games podem ser jogados em até quatro estudantes. Os alunos que frequentam a entidade também estão matriculados no ensino regular e as ações desenvolvidas pelos educadores da AMAI-SO visam estimular a aprendizagem para que elas possam acompanhar os demais colegas.
A Playtable é mais uma grande inovação e pode de trazer às escolas possibilidades de uma educação inclusiva que seja atraente e divertida, que promova o aprendizado de forma lúdica e participativa, a educação deve evoluir junto com as novas tecnologias e fazendo bom uso dessas.
É preciso investimentos e atenção das escolas na qualificação dos professores para o uso de novas ferramentas e tecnologias, tornando as escolas realmente inclusivas e receptivas às diferenças. Novos modelos de ensino que agreguem aos currículos escolares plataformas tecnológicas irão atender não só as necessidades educacionais e inclusivas mas também, irão agradar a um público cada dia mais atento às tecnologias e mais exigente: as crianças.

para saber mais acesse: http://playtable.com.br

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Inclusão no ambiente escolar

 

TECNOLOGIA A SERVIÇO DA INCLUSÃO

Inclusão no ambiente escolar

 

Por: Afonso Alberto Sperandio, RU: 1728124

Polo – Vitória-ES

Data: 12/09/2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: gamereporter.uol.com.br

A Lei Brasileira de Inclusão entrou em vigor desde 02 de janeiro de 2016, com isso as escolas com todo seus gestores, diretores, coordenadores pedagógicos, professores tiveram que rever o seu papel na gestão escolar. Para promover a inserção de crianças com qualquer tipo de deficiência no ambiente escolar e facilitar o seu desenvolvimento, independente da necessidade, é preciso buscar alternativas. A tecnologia para inclusão dos deficientes é uma das opções.

Hoje, no Brasil, milhares de pessoas com algum tipo de deficiência estão sendo discriminadas nas comunidades em que vivem ou sendo excluídas do mercado de trabalho. O processo de exclusão social de pessoas com deficiência ou alguma necessidade especial é tão antigo quanto a socialização do homem.

A formação das sociedades, desde os seus primórdios, sempre considerou inapto os portadores de deficiência. Essas pessoas viveram em algum momento, preconceitos e até ações impiedosas.

Nos últimos anos, ações isoladas nas escolas e nas famílias têm promovido a implementação, a inclusão, nas escolas, de pessoas com algum tipo de deficiência ou necessidade especial, visando dar dignidade e possibilitando o acesso destes na sociedade.

É importante que nestas ações as ferramentas escolhidas promovam a interação entre as crianças de forma que contribuam para o seu desenvolvimento. O uso da tecnologia para a educação pode facilitar o desenvolvimento motor, interagir com os colegas e ampliar seus conhecimentos.

Deve-se atentar para não substituir outras práticas que também são importantes, como, por exemplo, atividades manuais e artesanais pelo uso somente da tecnologia. O planejamento pedagógico deve ser proposto de acordo com a necessidade vivida, evitando que a tecnologia seja usada em tempo integral.

A figura apresentada – PlayTable – é a primeira mesa digital desenvolvida no Brasil, totalmente interativa e multidisciplinar. Foi destaque na feira Bett Educar 2017 realizada em São Paulo. Seus jogos e aplicativos são projetados por professores e especialistas em diversas áreas, justamente para utilizar a linguagem mais adequada para as crianças. A tela é sensível ao toque. Por sua fácil usabilidade e os diferentes níveis de aprendizado, entre outras características, ela é considerada uma eficaz tecnologia para inclusão.

A PlayTable é indicada para crianças a partir de 3 anos de idade. Desenvolve as habilidades cognitivas e de coordenação motora de crianças com diferentes níveis de deficiência, além de trabalhar assuntos específicos como alfabetização, matemática, ciências, artes, entre outras.

Infelizmente as estruturas da maioria das escolas que visitei ainda não estão adaptadas para a inclusão e as poucas que têm alguma estrutura não têm profissionais capacitados para trabalhar com crianças com algum tipo de deficiência.

É bom lembrar que uma sociedade inclusiva tem o compromisso com as minorias, em especial, com as pessoas portadoras de deficiência. A inclusão social é na verdade, uma medida de ordem econômica, uma vez que o portador de deficiência e outras minorias tornam-se cidadãos produtivos, participantes, conscientes de seus direitos e deveres, diminuindo, assim, os custos sociais. Promover a acessibilidade é fazer a sua parte para incluir os diferentes e reduzir as deficiências sociais. Dessa forma, lutar a favor da inclusão social e dar mecanismos para o seu desenvolvimento devem ser responsabilidade de cada um e de todos em coletivo.

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App premiado pela ONU auxilia na comunicação de alunos da rede publica

Por Carlos Hudson Arifa de Oliveira, RU1796940

Polo – Vila Velha

Data 15/09/2017

 

 

Professora da rede publica Rayane Teixeira usa aplicativo premiado pela ONU para incentivar o processo de inclusão visando melhorar a comunicação entre os alunos através tecnologia dos smartphones ou tablets  em uma das maiores e mais carentes comunidades do município de Serra no estado do Espirito Santo.

Rayane trabalha como professora de português na Escola estadual de ensino fundamental Atonio Engracio no bairro Feu Rosa a mais de dez anos e sempre encontrou dificuldades em trabalhar com alunos portadores de deficiência auditiva ou transtornos que dificultem a comunicação, mas com a descoberta do aplicativo Livox viu uma esperança com a nova ferramenta que traz a possibilidade de comunicação entre os alunos com deficiências e os demais alunos, proporcionando maior inclusão no aprendizado.

Os alunos com faixa de idade entre 10 e 12 anos raramente se comunicavam com as crianças portadoras de deficiência, porem o aplicativo permitiu a trocar ideias e experiências entre eles. O Livox foi criado por brasileiros e possui mais de 10 mil símbolos, frases e expressões do dia a dia, funcionando como um catálogo sonorizado o aplicativo ainda oferece uma plataforma simples com sistema que ajuda as usuárias com suas possíveis dificuldades motoras e foi reconhecido pela ONU como melhor app de inclusão social do mundo.

O aplicativo permite além da comunicação, essencial aos alunos, a criação de historia e textos estimulando a imaginação e criatividade. Contudo a professora ainda encontra dificuldades em levar o aplicativo para fora do ambiente escolar devido a difícil situação financeira vivida pelos moradores da região que é uma das mais humildes do município e não conseguem acesso aos aparelhos com essa tecnologia.

fonte: http://www.livox.com.br

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INCLUSÃO DE AUTISTA

MONICA RIBEIRO RECLA DOS SANTOS

POLO VILA VELHA ES

RU 1230105

A TECNOLOGIA PARA AJUDAR AUTISTAS

Em 2007 John dos Santos professor de informática de uma escola pública da grande Vitória no Espírito Santo enfrentava a maior surpresa da sua vida descobrir que seu filho Lucas de apenas dois anos tinha autismo, as várias dúvidas e frustrações que ocorreram, pois pensava porque comigo como vai ser daqui pra frente, pensava no autismo como uma doença,  mais depois a vontade superou as dificuldades da aceitação e começou a pesquisar mais sobre o assunto junto com a  sua esposa Katarina que é  formada em pedagogia e já teve oportunidade de trabalhar com alunos autista e começaram a procurar de novas experiências vividas por pais de autistas para  poderem ajudar no desenvolvimento de seu filho. Começaram a buscar ajuda em associações de pais de autista e a se interagir com o assunto.

Lucas segundo Jhon não se interagia muito bem com os joguinhos comuns de computador, pois sempre tinham que ficar controlando o som das músicas os tipos de ruídos emitidos pelos jogos e a iluminação da tela do computador, pois o autista e muito sensível a fatores externos e a sua intolerância a barulhos altos, luzes fez com John que e formado em analise de desenvolvimento de sistema, começa-se ele mesmo a construir alguns programas e aplicativos de para que seu filho pudesse utilizar de forma bem simples sem complicações, pois a maioria dos programas é complicada para crianças normais ainda mais para uma criança especial como Lucas que tinha várias restrições devido ao autismo e ele queria que o seu filho não perdesse nenhuma chance de melhorar em seu aprendizado.

Jhon sempre fez algumas adaptações no computador para Lucas mais quando ele tinha nove anos ele conseguiu finalizar o seu aplicativo para crianças com autismo e desfete de atenção. Jhon fala que foi muito lindo quando viu que seu filho começou a ser interessar pelo o seu projeto que basicamente tem alguns níveis de dificuldade mais tem muito mais facilidade para a criança autista utilizar, tem, por exemplo: jogos de quebra cabeça, contas matemáticas e o mais importante a tela não se fecha com aplicativo caso fique muito tempo parada dando à criança a oportunidade de ir e voltar e as atividades continuarem quando ela quiser. Mais o que era pra ser um projeto apenas para uso próprio se tornou uma grande ajuda para pais e mãe de crianças autista e após mais ou menos dois anos adaptação e trocando várias experiências e tentando se adaptar o aplicativo para o máximo possível de crianças autista ele conseguiu aprovação para colocar em pratica o seu projeto na escola de nível fundamental II na qual trabalha.

“Acho que isso será com certeza um grande passo para contribuir para inclusão de crianças com autismo na sociedade, pois eles terão ferramentas para se desenvolverem com as suas necessidades especiais, pois é muito triste quando se coloca de lado uma criança que não consegue acompanhar a turma por falta de opção e que ela acaba tendo de se adaptar a realidade das outras, sempre achei que a escola deveria olhar com carinho para os alunos especiais, e porque não colocar um ou dois computadores com programas específicos para crianças com necessidade especiais como cegos que muitas vezes não tem sequer um teclado em braile na escola, ou algum tipo de ferramentas que ajude uma criança com paralisia usar um computador” Disse Jhon em nossa entrevista.

O projeto ainda não tem nome mais com orgulho o pai de Lucas pensa em colocar o nome de Lukangel tipo uma versão o anjo Lucas mais ainda vai pedir conselhos para tradutores de inglês (responde ele em risos) e que sonha que depois de implantado ele consiga melhorias no projeto, pois uma das dificuldades em adaptar o programa para os diversos tipos de autismo, pois cada criança tem um grau diferente de dificuldade e algumas precisam ser trabalhadas de formas muito diferente o programa em si atende crianças tanto nos primeiros anos até o fundamental II.

O projeto piloto já foi lançado na escola aonde John espera ansioso para colher seus resultados de sua criação.

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iBrailler Notes – Aplicativo para Deficientes Visuais

Notícia deficientes visuais

Ana Paula Nascimento Couto
Pedagogia
10/2016

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APLICATIVO DE CELULAR UTILIZADO NA INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS NAS ESCOLAS

Por Suzana Ferreira, RU 1162240

Polo – Vila Velha

Data 13/09/2017

 

Fonte: https://blog.handtalk.me/marcelinho-historias/

Em 2012 foi criado o Hand Talk que é um aplicativo de celular que faz a tradução automática de texto e áudio para Língua Brasileira de Sinais (Libras). O recurso é gratuito e está disponível para tablets e smartphones, nos sistemas Android (na Play Store) e iOS (na App Store). Após a inserção do texto ou do áudio a tradução é feita por um intérprete 3D chamado Hugo e a frase aparece em cima em português.

A ideia surgiu do publicitário Ronaldo Tenório (hoje CEO da Hand Talk) que em 2008, por meio de um projeto da faculdade, idealizou unir duas de suas paixões que eram a tecnologia e a comunicação para ajudar a resolver o problema da comunicação entre surdos e ouvintes. Mas foi somente em 2012, com a ajuda de dois amigos e atualmente sócios Carlos Wanderlan (Analista de sistemas) e Thadeu Luz (Arquiteto especialista em 3D), que a ideia saiu do papel para se concretizar em um aplicativo disponível a todos.

Por coincidência em 2008 foi criado o Dia Nacional do Surdo que alerta para as dificuldades de inclusão que os portadores de deficiência auditiva ainda sofrem. Segundo o Censo de 2010 do IBGE 9,7 milhões de pessoas têm deficiência auditiva no Brasil, destes cerca de um milhão são jovens até 19 anos, ou seja, estão em idade escolar. Diante disso, todo esforço para minimizar as barreiras de comunicação das pessoas surdas com as não surdas ajudam no processo de inclusão, principalmente nas escolas.

Pensando nisso o Ministério da Educação (MEC) escolheu o Hand Talk como aplicativo padrão, que estará em todos os tablets distribuídos para professores e estudantes da rede pública de ensino em todo o Brasil como uma ferramenta para auxiliar na comunicação. É claro que o aplicativo não substitui o intérprete de libras em sala de aula, ele vem somente para facilitar o processo de aprendizagem dos alunos com deficiência auditiva.

Em uma escola de Campos dos Goytacazes – RJ que começou a utilizar tecnologias como o Hand Talk foi possível observar que, devido aos impedimentos do indivíduo surdo em receber estímulos sonoros, o uso de figuras e objetos através de aplicativos auxiliam na alfabetização de surdos proporcionando um aprendizado considerável além de uma maior relação com o professor. O mais interessante é que não só o aluno surdo utilizou o aplicativo para tradução do português para libras como a professora e os alunos ouvintes puderam aprender alguns sinais de libras para utilizarem na comunicação com os alunos surdos.

Outro exemplo é sobre uma professora que, após 20 anos dando aulas, descobriu um nódulo nas cordas vocais que dificultou muito o seu trabalho. Para minimizar o impacto na fala ela começou a lecionar para crianças surdas, porém, mesmo tendo uma pós graduação como Intérprete Educacional ela buscou no aplicativo Hand Talk uma forma de se atualizar e decidiu apresentar o recurso para seus alunos surdos e ouvintes que se encantaram com a tecnologia e passaram a utilizá-la em sala de aula.

Como podemos ver o aplicativo possui diversas utilidades tanto entre os surdos como também para os ouvintes aprenderem a se comunicar em libras. Porém existem os pontos negativos do aplicativo, que só está disponível gratuitamente para smartphones e com limitação de caracteres, além disso funciona como tradutor simultâneo apenas com internet. Quando utilizado offline o aplicativo apenas soletra as palavras apresentadas.

Podemos perceber que o aplicativo Hand Talk pode ser utilizado para aprimorar a atividade pedagógica dos professores, melhorando a qualidade do ensino nas redes pública e particular desde a preparação das aulas, até nos processos de pesquisa e interação com os alunos surdos.

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RECURSOS TECNOLÓGICOS PROMOVEM INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL E AUDITIVA

VISUAL E AUDITIVA

Por – Samuel dos Anjos Silva,

RU- 335628

Polo – PAP -Vila Velha

Data – 14/09/2017VISUAL E AUDITIVA Por – Samuel dos Anjos Silva, RU- 335628 Polo – PAP -Vila Velha Data – 14/09/2017

PORTFÓLIO -Licenciaturas Módulo B – Fase II Noticia

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Recursos Tecnológicos Promovem Inclusão de Pessoas com Deficiencia Visual e Auditiva

Por: Samuel dos Anjos Silva,

RU: 335628

Polo :PAP -Vila Velha

Data : 14/09/2017

Portfólio-Licenciaturas Módulo B- Fase II Ano 1- Tecnologia e Inovação

Tema: Tecnologia a serviço da inclusão

Texto: (Leitura e escrita) Notícia Prática: Blog.

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